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Próximas Atividades

PRESENTACIÓN OFICIAL 2 MARCHA MUNDIAL POR LA PAZ Y LA NO VIOLENCIA

NOVIEMBRE (del 5 al 8) Madrid

II Foro mundial sobre violencias urbanas y educación para la convivencia y la paz
Día 7 a las 16:00 h – Presentación Oficial
Día 8 a las 14:00 h – Símbolo Humano de Escolares 

SEMINARIO DE “CARTAS A MIS AMIGOS”

DICIEMBRE Sábado 8

"Ainda que nestas Cartas se fale de certo presente, é indubitável que foram redigidas com o olhar posto no futuro e creio que somente dali poderão ser confirmadas ou refutadas."

RETIRO DE “LA ASCESIS”

Sábado 12 y Domingo 13

VISITA A LUGARES INSPIRADORES

MARZO Sábado 23 o Domingo 24

- GRAVURAS DE FOZ-CÔA
- CASTELO E CONVENTO DE CRISTO
ou Outros 

Trabalhos de Manutenção

Proximamente

Testemunhos do Acampamento

Participar no acampamento do Parque Minho permite um distanciamento da vida quotidiana e um encontro com o mais profundo que há em cada um de nós .... Deixamo-nos interromper do que nos ocupa, preocupa e distrai…predispusemo-nos a uma profunda contemplação e conseguimos o aprofundamento da intimidade que nos une.

Durante os cinco dias de acampamento abrimo-nos ao grupo, a um maior sentimento de pertença, à entrega e a uma maior abertura de nós mesmos...esbatem-se algumas barreiras e cada momento flui de uma forma muito mais autêntica. 

Ao longo de cinco dias tivemos diferentes atividades onde a diferença de idades não era percebida ou sentida…ouvimos choro de crianças, gritos de alegria…num espaço que abraça todos os que aqui chegam. Contámos com a visita de novos amigos e daqueles que viram nascer e a cada dia fazem crescer este parque. 

Fazendo, agora, uma breve referência ao programa do acampamento no Parque Minho. 

Realizaram-se duas caminhadas pela Via Romana XVII que atravessa a Póvoa do Lanhoso. As caminhadas remetem-me sempre para o sentido de que o caminho é feito pelo caminhante... As caminhadas inspiram-me a uma avaliação do passado com perspetiva ao futuro ... O espírito de grupo, a preocupação com o outro, a atenção aos sinais foi uma fonte de motivação e de inspiração. 

Na oficina dos moldes, revivi a minha infância. Efetivamente, não sentia grande motivação para os trabalhos manuais ... Agora, consegui perceber que mais importante que o resultado final é o trabalho do grupo, o método de trabalho e acreditar que é possível chegar e cumprir com os objetivos propostos. A leitura do texto inicial foi uma excelente ferramenta para se colocar um profundo sentido no trabalho que se ia realizar. 

As visitas a uma oficina de barro e a uma oficina de ouro, um grande momento deste acampamento.... Obrigado a quem as organizou. De facto, estavam completamente enquadradas nos temas trabalhados neste acampamento e que me levaram a uma reflexão profunda sobre o saber estar, saber ser e saber fazer no que mais nos ocupa no quotidiano (que é a profissão de cada um). 

As experiências guiadas posso classificar como o ex-libris do acampamento. Numa ou noutra circunstância já tinha feito algumas experiências guiadas...mas, a profundidade conseguida em cada experiência foi-me muito importante e gratificante. O espaço onde ocorreram, o grupo e as reflexões finais foram determinantes. Recordo, com muito carinho, os conteúdos mentais a que acedi e a forma como “os resolvi” ou a “interpretação que lhes dei” tendo em conta uma perspetiva de futuro. 

Não poderia terminar sem fazer uma consideração aos passeios até à praia fluvial de Verim. Um espaço único, com uma paisagem magnifica, água quente. Aqui houve tempo para banhos, momentos de cumplicidade e partilha entre todos os presentes e o espírito de grupo foi muito bonito. 

Obrigada a todos por esta experiência! Cada um vem completar o outro e ajuda-nos a conhecer o que de mais profundo há em nós. 

Dentro de dias retorno à vida quotidiana da cidade e mais fortalecida internamente.

Rita

Houve muita experimentação, criatividade e intercâmbio. Não seguimos à letra o que era proposto no manual por vários motivos. Para começar, esquecemos-nos de um material - vela - e tivemos de criar alternativas para segurar a peça. Afastámo-nos também da proposta do manual de fazer um molde de taça ou chávena, que está mais próximo do "útil". Tive muitas dúvidas quanto a esta opção mas, por outro lado, a "necessidade" não se esgota na utilidade. Pela observação (do nosso trabalho e do dos outros grupos) e pelo intercâmbio dentro e fora do grupo descobrimos alternativas, aceitámos sugestões que nos pareciam interessantes, mudámos o nosso ponto de vista, individual e de grupo.

Relativamente ao trabalho do grupo em particular, ao escolher a esfera para servir de peça a reproduzir (uma peça mais fácil de reproduzir à partida do que uma chávena), demos um primeiro passo sem prever as dificuldades seguintes. Criámos uma estrutura em arame para prender a esfera que tornava impossível completar o segundo "tacel" do molde. Isto levou a um fracasso. Posto isto, tivemos de decidir continuar com novo intento ou aceitar o fracasso da tentativa. Foi um momento interessante, em que decidimos avançar com determinação (avistar um arco-íris ajudou a tomar a decisão). Quando se decide tentar de novo, é necessário colocar ainda mais atenção e energia para compreender o que falhou e projetar algo que queremos empenhadamente que "dê certo", superando a compulsão. Cada um de nós se esforçou neste momento mais tenso por dar mas não impor, contribuir e soltar o ponto de vista (o que pessoalmente é um exercício difícil). 

O intercâmbio final foi muito interessante, conversámos sobre os tempos passado, presente e futuro e aquilo que os liga, "algo que vem de dentro". Há tempo e tempos para tudo e aprender quando fazer o quê é um ofício.

Em suma para fazer o molde parece que é preciso colocar muita energia, experimentar, dar e aceitar, observar as compulsões e ser permanente.

Foi um gosto, obrigada a todos! Abraço 

Mavi

- Trabalhei bastante distensa, com o propósito de valorizar mais o trabalho em equipa. Criou-se neste grupo uma atmosfera de desprendimento, de experiência, de suavidade, de firmeza. Pessoalmente, não ‘agarrei’ nenhuma ideia nem dogma, deixando que o interesse conjunto prevalecesse. Às vezes afloravam-me tensões vindas da paisagem de formação, de prestígio, competição, mas eram atendidadas e minorizadas.

- Sentia total liberdade interna para experimentar. Era como se houvesse muitas possibilidades e liberdade total para experimentá-las. 

- O registo de tentar abrir o molde, quando parecia que não ia abrir, que tínhamos falhado, foi de absoluta certeza, de que ia resultar, e ele abriu. 

- Senti o gosto da construção, de abrir caminho, de apreciar cada passo, de ouvir verdadeiramente os outros, as suas opiniões, as suas formas, apreciando tanto as suas presenças como as suas ausências temporárias. 

- Senti ressonância tanto com o gesso, a sua suavidade, a sua mudança de estado, os seus tempos, como com o vazio de forma esférica, de onde saiam imagens do futuro objeto a criar, como seria essa futura esfera, como a iríamos pulir, como já um objeto querido antes de nascer. 

- Durante o resto do acampamento fui espreitar o molde, sentir a suavidade do gesso, imaginar a futura esfera, aperfeiçoá-lo um pouco, e ele este co-presente até agora. 

Em suma, gerámos os vazios que darão à luz as duas formas, imaginando objetos que ainda não existem mas que estão presentes, tratando de sintonizar com um material suave mas firme, de tempos pautados. Fui sintonizando o interno com o externo e sintonizando com os outros. Sentindo não o devaneio do sucesso, nem o deslumbramento do objeto, mas uma liberdade imensa de experimentar sem o ridículo medo de fracassar. 

Natacha


Ofico del fuego, experiencia con los moldes.

Estuve un tanto alejado del trabajo en sí, tal vez porque quise dar espacio a André (con quien formé grupo) o tal vez porque aún estaba traratando de otras cosas de mantención del parque. De todas maneras creo que la experiencia me sirvió para darme cuenta que debo estar más atento al trabajo en sí, no descuidar los detalles, o sea, con un buen tono, más pulcritud y permanecnia en lo que se está. o sea, fallé en los tres, que bueno que puedo verlo :)

 Me gustó el intercambio sobre los mitos, a pesar de que hay diferencias de iterpretación, lo importante es que puedo entender al otro en su punto de vista y valorar esa diferencia. 

La caminata me gustó, lo importante es que se va oxigenando el cuerpo y también las ideas cuando vamos por el camino, buen clima de todos. 

Las experiencias guiadas fueron muy interesantes, se concluía el día con un viaje interno en el mundo de las sensaciones, de los significados. Conecté con el recuerdo del maestro, toda su enseñanza y su bondad.  

En general el acampamento estuvo muy bien a mi modo de ver, de un comienzo un tanto lento, fuimos agarrando vuelo y se produjo un clima muy entretenido.  

Me parece bien esto de poner los textos de los testimonios. Mi pregunta es tal como están?? con sugerencias de los autores?? integros??, algunas partes?? eso no sé. Si nadie se manifiesta en contra los pongo íntegros. 

Creo que si o realizamos el próximo año podríamos organizarnos mejor con las comidas.  Abrazos 

Igor

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